quarta-feira, 3 de junho de 2009

Banco do Brasil amplia prazos e reduz taxas dos financiamentos imobiliários


Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

O Banco do Brasil ampliou os prazos para financiamento e anunciou novas taxas de juros para imóveis residenciais e comerciais localizados em área urbana, já a partir de hoje (3). Segundo a instituição, a medida abrange todas as modalidades de financiamento imobiliário no BB.

Segundo o BB, a menor taxa efetiva do crédito imobiliário passa de 8,9% ao ano, mais a taxa referencial (TR), para 8,4% ao ano, mais a TR, nas operações realizadas no âmbito dos convênios que a instituição formaliza com empresas e órgãos da administração pública.


O valor financiado também fica maior. O comprador pode financiar até 90% do valor de venda ou de avaliação do imóvel. Anteriormente esse limite era de 80%. O BB lembra que o limite de comprometimento máximo da renda líquida não deve ultrapassar 30%.

O prazo máximo do financiamento do BB passa dos atuais 300 meses (25 anos) para até 360 meses (30 anos). O valor máximo do financiamento é de R$ 450 mil para as operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de R$ 1,5 milhão nos financiamentos com recursos da Carteira Hipotecária.

Para imóveis com valor acima de R$ 500 mil as taxas foram reduzidas de 12% ao ano, mais a TR, para 11% ao ano mais TR, na modalidade pós-fixada. A taxa pré-fixada foi reduzida de 15,08 % ao ano para 13% ao ano.

O banco também ampliou de 60 para 72 meses o prazo máximo para financiamento de veículos novos. Os mais de 30 milhões de correntistas da instituição podem financiar até 80% do valor do veículo.

Segundo o BB, a medida complementa a iniciativa da instituição para facilitar as condições de acesso ao crédito. Desde o dia 25 de maio, os limites de crédito de 10 milhões de clientes pessoa física foram elevados, o que representa a liberação de R$ 13 bilhões adicionais que podem ser utilizados para a realização de operações de crédito.

Fonte: www.uol.com.br

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Habitação

Anunciado no último dia 25, durante solenidade no Palácio do Itamaraty, o novo pacote habitacional do governo traz como meta principal a construção de 1 milhão de casas destinadas a famílias com renda até R$ 4.650,00.

Entretanto, o novo plano ainda não atende a uma antiga reivindicação dos corretores imobiliários no que diz respeito ao financiamento 100% dos imóveis e que poderia facilitar ainda mais o acesso à casa própria por essa parcela da população.

Essa foi a constatação do presidente do CRECI-SP, José Augusto Viana Neto, que participou da cerimônia de lançamento do pacote, em Brasília, ao lado do tesoureiro do Cofeci, Armando Cavalcante da Silva, e pode analisar as principais vantagens e desvantagens que ele traz ao setor imobiliário.


"No geral, as medidas são positivas, mas falta o financiamento de 100% do valor do imóvel , o que ainda exclui uma parcela da população sem condições para custear a entrada de uma propriedade.

Viana ressaltou, no entanto, o aumento de R$ 245 mil para R$ 450 mil do valor máximo dos financiamentos imobiliários no SFH, e de R$ 350 mil para R$ 500 mil do limite de avaliação do imóvel a ser adquirido como pontos favoráveis do plano habitacional. "Outra questão que acredito ser importante é que um número maior de famílias poderá se livrar do aluguel e passar a pagar as prestações de suas casas com a redução dos juros proposta, que passam a variar de 5% a 8,16% ao ano mais TR. E para famílias com renda entre três e cinco salários, os percentuais caíram de 8,16% para 5% ao ano."

Viana afirmou que muitos pretensos compradores não dispõem de renda suficiente para custear as prestações com a aplicação de juros excessivamente altos. "Acompanhado da redução de juros, o subsídio às famílias de baixa renda significa um importante estímulo, além de proporcionar uma alavanca ao mercado imobiliário."

De acordo com o presidente do CRECI-SP, as parcelas dos financiamentos anunciadas pelo governo - que ficarão entre R$ 50,00 e R$ 139,00 para trabalhadores com renda até R$ 1.395,00 - darão um novo alento e uma nova esperança a essa população. "A prestação simbólica, que comprometerá apenas 10% da renda do trabalhador, somada à não necessidade de aprovação de crédito e ao pagamento que só começa com a entrega das chaves do imóvel permitirão que o sonho da casa própria passe a fazer parte da realidade dessas famílias", completou Viana.

Registro

Viana também mencionou a redução nos custos nos cartórios de registro de imóveis como uma medida que trará segurança ao mercado imobiliário. "Compradores com renda de zero a três salários mínimos poderão registrar gratuitamente seus imóveis, evitando problemas com a documentação e garantindo a posse de suas propriedades. As alterações nos registros das incorporações também beneficiarão o setor, pois não será mais necessário registrar a especificação condominial, eliminando novos custos ao incorporador."

O presidente do CRECI-SP mencionou, ainda, a redução do seguro como uma boa notícia.

"Pessoas com 61 anos que antes pagavam 35,09% da prestação de um financiamento de moradia como contribuição para o seguro terão o percentual reduzido para 6,64%. Esse é, sem dúvida, um percentual considerável."

fonte: Creci-SP

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

FINANCIAMENTO DA CASA PRÓPRIA - redução de taxas de juros C.E.F.

Agora ficou mais fácil de você adquirir o seu imóvel próprio! As taxas de juros "caíram"!!!
Se você possui uma renda familiar dentre R$ 415,00 à R$ 4.900,00, as taxas de juros variam de 5% à 8,16% ao ano, dependendo da faixa de sua renda apurada. Mas isso pode ainda ficar melhor, com uma redução de 0,5% na taxa de juros anuais, se você estiver inscrito no sistema de FGTS por mais de 3 anos, em uma ou mais empresas, sendo estes anos, consecutivos ou não. Não é uma ótima notícia?
O único detalhe é que o valor do imóvel não poderá ultrapassar R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais), valendo tanto para imóveis novos ou usados. Sendo novo, há a possibilidade de financiar 100% dele, e, usado, 80%. O valor de seu FGTS, poderá ser utilizado como "recurso próprio", a ser liberado juntamente com seu financiamento.

Os prazos do financiamento variam:
- até 240 meses para pagar - financia até 100% do valor do imóvel;
- de 241 à 300 meses para pagar - financia até 90% do valor do imóvel;
- de 301 à 360 meses para pagar - financia até 80 % do valor do imóvel;

Estas regras supra mencionadas são válidas para imóveis integrantes da Região Metropolitana de São Paulo, utilizando a Carta de Crédito FGTS, e, realizado pela Caixa Econômica Federal..